terça-feira, agosto 29, 2006

obrigado, valei-me por citar eu mesmo...

"a vida deve ser tocada a banho e maria [acumulo tanta informação por segundo que esqueço quem sou e para onde quero ir] por isso: - esquentai pensamento, esfriai sentimento!"
Trés Mauvais

quinta-feira, agosto 24, 2006

intrigante, não sr. roberto?

o que diferencia no final?
vou me direcionar ao campo da manifestação e a linguagem deturpada que eles usam; ou será eu quem complica tanto esses trâmites?
essa coisa banal de "situação" e "oposição", conotações que de tão banalizadas se tornaram formais por acomodoção, e nesse processo todo se alienaram na mera "reprodução".
seria como viver ao lado de uma moça, qual eu a vida inteira admirei pelos "nobres" gestos e pensamentos [quase uma extensão dos meus, te juro], que todas as retóricas a minha divagação, difamação são um "né" ou "não é". a paixão cessa desastrosamente, a única coisa que me resta é fodê-la indecentemente e tratá-la como uma de minhas personagens nos inúmeros contos eróticos que rondam as minhas idéias.
oras, que saco de pensamento cristão, essa coisa quadrada: - dó ré mi fá sol, do início quando passa pelo meio e chegando ao fim; todas essas síntaxes harmoniosas contra à assimetria e ao caos. sr. roberto de tanto pensar na morte acabou se curvando à medicina, levando-o a trabalhar no IML porque era o único emprego onde se encaixará em três decisivos anos de indecisão após a conclusão da residência.

para mim basta, anseio que viver nada mais é que acordar de manhã e dormir a noite. as vezes mudo, para sair um pouco da rotina e depois tudo volta ao início do parágrafo, com linguagem em novas vestes e conteúdo em novos elementos.

pode crer; não é, enfim.

quarta-feira, agosto 23, 2006

um pouco de samba lero-lero

quando olhou em meus olhos
apaixonei-me por você
agora te considero a única
que possuo sem ao menos ter

se vejo em você
o que sobrou do ontem
sem mesmo te conhecer
afirmo seu olhar inebriante

e ao perceber
que meu amor é incessante
correndo aos seus braços
roubo-te um nonsense beijo


a completar...

tão nonsense beijo...

terça-feira, agosto 15, 2006

cachaçadelia...

Isso, em que me encontro, é o auge da malandragem e com toda a minha tolice confesso: - já não sei porquê escrevo, se não sinto a mesma premissa de outrora; mas, só palavras?
De fato elas, as palavras, são belas como o pôr do sol ao lado de Malena [quão belos aqueles dias, não meu bem?]. E enfim, continuam sendo palavras, mas não só [as palavras].
O que busco necessita da minha observação para a compreensão alheia, de tão complexo tinjo as metas de branco! [esse branco que todas as minhas percepções exprime]
Me dediquei as imagens, me atirei em palavras. Agora quero o amálgama dos dois. O meu convite é um brinde de cachaça com Balzac.
Mergulhar na linguagem subversiva com lírios poético-visuais, tentar submergir esse mundo que berra e só clama por um neo-sambarilove colorido.

Três Mauvais

terça-feira, agosto 08, 2006

que vergonha.

já nem sei porquê isso aqui existe...