certos momentos da vida me revelam o quão besta eu sou em seguir cabo a um punhado de entusiasmo.
- grandes poderes geram grandes responsabilidades - pensa peter parker.
já eu não nasci para isso. sou do rock'n'roll backstage e uma mesa no canto do bar, preciso somente da oratória (sempre sermão e nunca discurso!).
sermão a eu mesmo, aquele que fica a margem da própria responsabilidade e efémero as outras idéias.
quem sabe se aquele velho - que esbanja o que tem na máquina de caça níquel - não esteja certo?
a dica do dono do bar poderá lhe render quantia exorbitante em prêmio, basta consumir algumas porcarias como agradecimento e ficam todos felizes...
BALELA!
o interesse é na perda para o acumulo de prêmio na máquina. a rotina é do jogo de azar. que lula o quê, alckmin tem menos pulso firme!
será que todos aqueles a quem falei que estava terminando realmente acreditaram?
é claro, acredito que tudo seja mentira mas, e êles?
BALELA, de novo!
meia dose de cachaça é o que me resta...
glup; HASH!
até mais, a coragem já me está garantida
terça-feira, setembro 26, 2006
sábado, setembro 23, 2006
acabou chorare, novos e baianos
sem dúvida alguma, os representantes da trupe beatnik no brasil na década de 70 foram eles.
não só no contexto musical, mas na representação do nonsense como bandeira preferida. aliás, declarar que os sons são como dribes de garrincha não são para qualquer um.
assim como burroughs junto a tom waits realizaram uma opera beat, esses transcenderam a imaginação in-ditadura em seus aureos tempos, dividiram canções, cantores, banda e legião.
novos baianos foi a síntese de uma tropicália banida de seu próprio país.
um viva a paulo boca de cantor, babe consuêlo, moraes moreira e a cor do som.
de "preta pretinha" a "só somente só", fica isso:
preta, preta, pretinha
enquanto eu corria, assim eu ia
lhe chamar enquanto corria a barca
por minha cabeça não passava só,
só, somente só
assim vou lhe chamar, assim você vai ser
abra porta e a janela e vem ver o sol nascer
eu sou um pássaro que vivo avoando
vivo avoando sem nunca mais parar
ai, ai saudade não venha me matar
não só no contexto musical, mas na representação do nonsense como bandeira preferida. aliás, declarar que os sons são como dribes de garrincha não são para qualquer um.
assim como burroughs junto a tom waits realizaram uma opera beat, esses transcenderam a imaginação in-ditadura em seus aureos tempos, dividiram canções, cantores, banda e legião.
novos baianos foi a síntese de uma tropicália banida de seu próprio país.
um viva a paulo boca de cantor, babe consuêlo, moraes moreira e a cor do som.
de "preta pretinha" a "só somente só", fica isso:
preta, preta, pretinha
enquanto eu corria, assim eu ia
lhe chamar enquanto corria a barca
por minha cabeça não passava só,
só, somente só
assim vou lhe chamar, assim você vai ser
abra porta e a janela e vem ver o sol nascer
eu sou um pássaro que vivo avoando
vivo avoando sem nunca mais parar
ai, ai saudade não venha me matar
quarta-feira, setembro 13, 2006
segunda-feira, setembro 11, 2006
após "só para entendidos" de caetano
a questão é A+.
já não agüento mais tanta imbecilidade acadêmica, a falta de espírito pela descoberta, que besteira.
estou ouvindo tanto os discos da década de 70 do caetano - tão lisérgico quanto os do beatles da mesma época.
alusões de bossa e tango, orquestrações perfeitas do rogério duprat.
no misto de tudo isso descubro umas vertentes de música eletrônica, acompanhando a tendência - é claro, show bussiness brasileiro.
me apresento a thievery corporation, dj shadow e arto lindsay.
surgidos na década de 90, a era da guerra pura, considero - baseando nos meus estudos recentes a cerca de e a cerca deles - o estopim da manifestação a favor da arte nonsense (esqueça jack ass), da essência da subversão musical, o neo-dadaísmo coletivo, (sem ego) a declaração do fim da direção, a perda da busca pelo isto é alguma coisa por ISTO E ALGUMA COISA.
psicogeografado, imagina: - aquele lugar do lado da casa da sua vó não renderia uma ótima festa?
vamos lá, combine com um amigo de um amigo seu em determinado lugar desconhecido. aproveite e convide uma pessoa a te encontrar no mesmo local e horário. observe bem se as duas pessoas tem co-relações (o mesmo circulo de amigos, mas sem se conhecerem, o orkut pode te ajudar com a sua ferramenta rede de amigos), esconda-se e observe.
depois me conta como foi...
já não agüento mais tanta imbecilidade acadêmica, a falta de espírito pela descoberta, que besteira.
estou ouvindo tanto os discos da década de 70 do caetano - tão lisérgico quanto os do beatles da mesma época.
alusões de bossa e tango, orquestrações perfeitas do rogério duprat.
no misto de tudo isso descubro umas vertentes de música eletrônica, acompanhando a tendência - é claro, show bussiness brasileiro.
me apresento a thievery corporation, dj shadow e arto lindsay.
surgidos na década de 90, a era da guerra pura, considero - baseando nos meus estudos recentes a cerca de e a cerca deles - o estopim da manifestação a favor da arte nonsense (esqueça jack ass), da essência da subversão musical, o neo-dadaísmo coletivo, (sem ego) a declaração do fim da direção, a perda da busca pelo isto é alguma coisa por ISTO E ALGUMA COISA.
psicogeografado, imagina: - aquele lugar do lado da casa da sua vó não renderia uma ótima festa?
vamos lá, combine com um amigo de um amigo seu em determinado lugar desconhecido. aproveite e convide uma pessoa a te encontrar no mesmo local e horário. observe bem se as duas pessoas tem co-relações (o mesmo circulo de amigos, mas sem se conhecerem, o orkut pode te ajudar com a sua ferramenta rede de amigos), esconda-se e observe.
depois me conta como foi...
quarta-feira, setembro 06, 2006
haschisch
A dita geração "alt-tab", múltiplas instâncias em consequência da inesgotável oferta de informação. e onde tudo isso - ou por acaso - irá parar?
O acúmulo me esgota, preferia estar descansando naquela gostosa cheirosa, e para a porra esse papo besta de 'aonde vou'.
Ou arregaça-te o cérebro, eu fundo como solução o sexo - por enquanto única fonte de prazer inesgotável.
- Não é?
Ressalta a ninfa ao lado.
Trés Mauvais, lírio-poético
terça-feira, setembro 05, 2006
samba do celular que segrega
olá, olá!
ela não me ouve
está ocupada
com seu celular
olá, olá?
ela não me ouve
está ocupada
com seu celular
olá, olá
larga esse celular
e dê me crédito
para agora te amar
ela não me ouve
está ocupada
com seu celular
olá, olá?
ela não me ouve
está ocupada
com seu celular
olá, olá
larga esse celular
e dê me crédito
para agora te amar
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